Fatos são sempre manipuláveis, desde que exista algo para se manipular e Hauser, o maior manipulador e detentor de quase todas as informações relevantes dentro da série, parece estar guardando nas mangas peças importante para o desenvolvimento da trama. Ele está brincando de ser Deus, tentando a todo instante controlar o que a sociedade vê e sabe sobre Alcatraz.
Dentro deste episódio, o policial Guy Hasting é apresentado. Apaixonado por sua família e em uma missão simples (encontrar o prisioneiro 2002), Hasting serviu apenas para mostrar o parentesco entre Ray e Madsen, uma vez que de resto nada de muito interessante foi apresentado pelo ex-policial de Alcatraz que só fez emocionar ao ver sua filha nos dias atuais.
Ray, considerado por Madsen como “tio”, foi reconhecido por seu parentesco verídico e inesperado. O preso 2002 deu o ar da graça e suas atitudes dentro do episódio geraram ainda mais polêmicas quanto ao desaparecimento dos presos e retorno à atualidade.
O fato é que o episódio foi importante, mas não tão empolgante. Gerou muitas dúvidas, questionamentos e discussões. Contudo, a série para muitos está fraca, devido as suas semelhanças com Fringe. Uma coisa vale lembrar: nem todas as pessoas assistem a série Fringe e é exatamente com esse público que Alcatraz está interagindo; se ela está fazendo isso bem ou mal, ainda é cedo demais para dizer.
O jeito é continuar botando fé. Se tudo ficar ruim no final, é só deletar do HD ou brincar de discos voadores com os DVDs.
Até breve!








