Aplausos de pé! Isso não é para fazer média com ninguém ou para criar impressões positivas sobre a série, e sim um agradecimento sincero pelo entretenimento de qualidade e inteligência que foi Homeland. Mesmo com uma quantidade impressionante de informações sendo despejadas durante os 11 episódios (sem direito a respiração), o fechamento da série foi feito para ser elogiado e digno de premiações.
Homeland
Com um pouco de monotonia no início e uma surpresa destruidora nos últimos minutos do segundo tempo, Homeland conseguiu dar ao público mais uma vez algo inesperado e curioso. Se existiam dúvidas quanto à manipulação e o poder que a organização de Abu Nazir possui no governo dos EUA, agora temos mais do que certeza, e tudo graças à nossa querida Carrie.
O desafio de enganar os telespectadores não é para qualquer um, e Howard Gordon e Alex Gansa são dois dos poucos showrunners capazes desse feito. Já habituados com o estilo de 24, cheio de ação, emoção e muitos desafios, juntos eles uniram forças para fazer de Homeland a série mais imprevisível da atualidade, onde o certo, o errado, o bom e o ruim não existem.
Como um furação, Homeland desvendou tudo que podia e mais um pouco nesse episódio. Quem estava dormindo acordou de supetão gritando sem acreditar no que estava vendo na telinha. Confundindo a todos com sua trama de mistério, poucas respostas e muitas perguntas, a série mostrou seus verdadeiros vilões e revelou personagens que nunca tiveram tanto foco e que agora brilham dentro da trama. Não podemos dizer que foi um episódio esplêndido, mas um dos melhores [...]
O ritmo das investigações em Homeland continuam em passos acelerados e tamborilantes, Carrie a mulher fatal continua atirando todas as suas fichas em seduzir o gostosão da história – Sargento Brody -, engajada em descobrir quem foi o responsável pelo suicídio de Azfal e o sumiço repentino de Faisel a moça está fazendo qualquer coisa – até beber todas e transar com um homem casado.
Aplausos, gritos e assovios: isso é tudo que consegui ouvir ao final desse maravilhoso episódio. Iniciamos Blind Spot, com um momento muito bonito entre pai e filha. Carrie, nossa protagonista de cabelos loiros e problemas de humor, depara-se com seu pai que visualmente não tem nada em comum com ela, mas sua personalidade é uma das coisas que o torna uma fonte interessante de informação.
Eu sabia que espionar a casa de um ruivo não iria dar certo. Após o final de suas quatro semanas de espionagem, Carrie, nossa agente eficiente, resolveu enfrentar um desafio muito complicado – mostrar seu rosto para o inimigo, infiltrar-se em sua vida. Com um jeitinho de quem não quer nada, a loirinha derreteu o coração do ruivo e um suposto caso amoroso está claro para os próximos episódios.
Nem sempre o que está em evidência é o que deve preocupar um agente. Homeland – Clean Skin mostrou isso perfeitamente. A primeira impressão não é a que deve ficar, Carrie com sua obsessão por encontrar, prevenir e evitar um novo ataque terroristas ao seu pais, deu um show de burrice e pretencionismo. A “queridinha” dos EUA errou, sim meus caros nosso príncipe é INOCENTE. – E a platéia vai ao delírio!






